Quanto custa viajar para o Chile?
Se você está pesquisando quanto custa viajar para o Chile, provavelmente encontrou valores muito diferentes na internet. Alguns dizem que é possível conhecer Santiago gastando pouco, enquanto outros afirmam que uma viagem de inverno pode ultrapassar R$ 10 mil por pessoa.
NESTE ARTIGO
ToggleAntes de montar seu roteiro, confira também nosso artigo Quanto custa viajar para Santiago, com todos os gastos reais, dicas para economizar e um orçamento completo da nossa viagem. 👉 Leia aqui: Roteiro Chile 9 dias
Depois de viver essa experiência, percebi que a resposta depende muito mais das escolhas feitas durante o planejamento do que do destino em si.
Por isso, neste artigo, não vou apresentar estimativas genéricas. Vou compartilhar os gastos reais da nossa família durante sete dias no Chile, incluindo passagens, hospedagem, alimentação, transporte, passeios, seguro viagem, estacionamento, compras e até quanto gastamos com chocolates e vinhos.
Além disso, vou mostrar onde economizamos, quais despesas realmente pesaram no orçamento e o que faria diferente se organizasse essa viagem novamente. Assim, você poderá montar um planejamento financeiro muito mais próximo da realidade.
Leia também: Como Planejar uma Viagem para o Chile em 2026: guia completo com roteiro, neve e dicas reais.
Quanto gastamos em 7 dias inteiros no Chile?
Antes de mostrar cada despesa, vale explicar como organizamos nossa viagem.
Escolhemos viajar no período de alta temporada, quando milhares de brasileiros visitam Santiago para conhecer a neve. Como consequência, passagens, hospedagens e alguns passeios costumam custar mais do que em outras épocas do ano.
Ao mesmo tempo, decidimos investir naquilo que faria diferença para nossa experiência. Preferimos ficar em um bairro seguro, contratar um seguro viagem, reservar os principais passeios com antecedência e viajar com praticamente tudo organizado. Em compensação, economizamos preparando algumas refeições no apartamento, utilizando metrô e Uber e pesquisando bastante antes de fechar qualquer reserva.
Esse equilíbrio permitiu controlar os gastos sem abrir mão do conforto.
Resumo dos nossos gastos reais no Chile
Para facilitar seu planejamento, organizei abaixo todos os custos da nossa viagem.
| Categoria | Valor aproximado |
|---|---|
| Passagens aéreas (3 pessoas) | R$ 7.800 |
| Hospedagem (7 noites) | R$ 3.061 |
| Passeios | R$ 2.742 |
| Alimentação | R$ 4.000 |
| Uber + metrô | R$ 200 |
| Transfers aeroporto (Chile) | R$ 400 |
| Seguro viagem | R$ 180 |
| Estacionamento no Aeroporto de Guarulhos | R$ 220 |
| Bate-volta para Viña del Mar por conta própria | R$ 250 |
| Chocolates (La Mundial) | R$ 200 |
| Vinhos | R$ 200 |
| Lembrancinhas | R$ 50 |
| Compras diversas | R$ 100 |
Total aproximado da viagem
R$ 19.403
Esse foi o valor aproximado gasto por três pessoas durante sete dias no Chile.
Naturalmente, esse orçamento pode variar bastante. Quem viaja na baixa temporada provavelmente encontrará passagens e hospedagens mais baratas. Por outro lado, quem pretende esquiar, fazer compras maiores ou incluir restaurantes sofisticados deverá reservar um valor ainda maior.
O objetivo deste artigo não é dizer quanto você deve gastar, mas mostrar quanto nós realmente gastamos, para que você tenha uma referência baseada em uma experiência real.
Passagens aéreas: o maior investimento da viagem
As passagens foram, sem dúvida, o item que mais pesou no nosso orçamento.
Como viajamos em julho, período em que a procura pelo Chile aumenta bastante por causa da neve, já esperávamos tarifas mais altas. Mesmo assim, passamos várias semanas acompanhando os preços antes de finalizar a compra.
Pesquisamos diariamente no Google Voos, Skyscanner, Kayak e Decolar. Além do valor da passagem, também analisamos horários, tempo de voo, bagagem incluída e possibilidade de voo direto.
Depois de muitas comparações, escolhemos a Sky Airline, que apresentou o melhor custo-benefício para nossa família.
Pagamos aproximadamente R$ 7.800 pelas passagens dos três viajantes, já incluindo:
- voo direto;
- escolha dos assentos;
- bagagem de mão;
- três malas despachadas.
Embora esse valor possa parecer elevado, ele representa uma viagem durante a alta temporada de inverno. Em meses como março, abril, setembro ou outubro, é comum encontrar tarifas significativamente menores.
Dica da Família Almeida: acompanhe os preços durante alguns dias antes de comprar. Além disso, ative alertas de promoção nos comparadores de passagens. Essa simples estratégia pode representar uma economia de centenas ou até milhares de reais.
Hospedagem: investir um pouco mais também pode gerar economia
Quando comecei a pesquisar onde ficar em Santiago, minha primeira ideia era economizar ao máximo.
Inclusive, reservei um apartamento no Centro da cidade. Entretanto, continuei pesquisando relatos de outros viajantes e percebi que muitos recomendavam bairros como Providencia pela segurança, infraestrutura e facilidade para utilizar o transporte público.
Depois de refletir bastante, cancelamos a primeira reserva e escolhemos um apartamento em Providencia.
Pagamos R$ 3.061 por 8 noites, em um apartamento com dois quartos, dois banheiros, cozinha equipada, lavanderia e localização excelente.
À primeira vista, parecia um gasto maior. No entanto, durante a viagem percebemos que essa escolha ajudou a reduzir outras despesas.
Como estávamos próximos ao metrô, supermercados, restaurantes, cafeterias e ao Costanera Center, fizemos diversos deslocamentos a pé. Além disso, evitamos utilizar Uber em vários momentos.
No fim das contas, percebemos que nem sempre a hospedagem mais barata oferece o melhor custo-benefício. Em muitos casos, uma localização estratégica permite economizar tempo, transporte e até dinheiro ao longo da viagem.
Na Parte 2, vou detalhar a despesa que mais surpreendeu nosso orçamento: os R$ 4.000 gastos com alimentação, explicar quanto custam restaurantes em Santiago, mostrar como economizamos utilizando a cozinha do apartamento, detalhar os gastos com Uber, metrô, transfers, seguro viagem, estacionamento, o passeio por conta própria para Viña del Mar e quanto realmente vale a pena reservar para compras como chocolates, vinhos e lembrancinhas.
Quanto custa comer no Chile? Nosso gasto real com alimentação
Se existe uma despesa que nos surpreendeu durante a viagem, foi a alimentação.
Antes de embarcar, já tínhamos pesquisado bastante sobre os preços em Santiago. Mesmo assim, percebemos que comer fora todos os dias faria o orçamento aumentar rapidamente, principalmente porque viajamos em família.
Ao final da viagem, gastamos aproximadamente R$ 4.000 com alimentação durante sete dias.
Esse valor inclui cafés da manhã (itens de mercado), almoços, jantares, lanches durante os passeios (maioria das vezes era lanche que tínhamos preparado no apartamento), cafeterias, algumas refeições em centros comerciais e supermercados. Vale destacar que não fomos nos restaurantes famosos e na maior parte das vezes comemos no apartamento ou em fast-food.
Embora seja um investimento considerável, acreditamos que conhecer a gastronomia local também faz parte da experiência de viajar.
Nossa estratégia para economizar com alimentação
Apesar do valor final, conseguimos economizar em diversos momentos.
Como escolhemos um apartamento com cozinha completa, alternamos refeições preparadas por nós com fast-foods
Sempre que possível, comprávamos itens em mercados próximos para preparar cafés da manhã e alguns lanches antes dos passeios.
Além disso, levar água e pequenos lanches na mochila evitou compras por impulso durante os dias na Cordilheira dos Andes, onde os preços costumam ser mais elevados.
Foi justamente essa estratégia que permitiu aproveitar a culinária chilena sem gastar ainda mais.
Dica da Família Almeida: se sua hospedagem tiver cozinha, reserve alguns minutos para passar em um supermercado logo no primeiro dia. Essa simples decisão pode representar uma boa economia ao longo da viagem.
Quanto custa o transporte em Santiago?
Uma dúvida muito comum é se vale a pena alugar carro no Chile.
Depois da nossa experiência, posso dizer que, para quem pretende conhecer apenas Santiago e fazer passeios tradicionais, dificilmente isso será necessário.
Optamos por utilizar principalmente o metrô, Uber e os transportes oferecidos pelas agências de turismo.
No total, gastamos aproximadamente R$ 200 utilizando Uber e metrô durante toda a viagem.
Como ficamos hospedados em Providencia, muitos deslocamentos foram feitos caminhando.
Essa localização reduziu bastante nossos gastos com transporte.
Vale a pena usar Uber no Chile?
Na nossa experiência, sim.
Sempre que precisávamos fazer trajetos maiores ou voltávamos mais tarde para o apartamento, utilizávamos o Uber.
Os valores foram bastante parecidos com os praticados nas grandes cidades brasileiras.
Já durante o dia, preferimos utilizar o metrô, que se mostrou rápido, limpo, organizado e muito fácil de utilizar.
Essa combinação foi suficiente para praticamente toda a viagem.
Quanto gastamos com os transfers do aeroporto
Outro gasto que muita gente esquece de incluir no planejamento é o deslocamento entre o aeroporto e a hospedagem.
Como viajávamos em três pessoas, preferimos contratar transfer para evitar preocupação logo após o desembarque.
Somando ida e volta, gastamos aproximadamente R$ 400 com a empresa Transvip. Não foi preciso reservar antecipadamente, contratamos no aeroporto e já fechamos a ida e volta.
Talvez seja possível gastar menos utilizando ônibus ou metrô. No entanto, como era nossa primeira viagem internacional, era quase meia noite e estávamos carregando malas grandes por causa do inverno, priorizamos a praticidade.
Em alguns momentos, pagar um pouco mais também significa começar as férias com muito menos estresse.
Seguro viagem: um gasto pequeno perto da tranquilidade
Embora o seguro viagem não seja obrigatório para entrar no Chile, ele fez parte do nosso planejamento desde o início.
Pagamos aproximadamente R$ 180 pelo seguro para toda a viagem.
Quando comparado ao valor total investido, percebemos que essa foi uma das menores despesas do orçamento.
Ao mesmo tempo, foi uma das que mais trouxe tranquilidade.
Afinal, qualquer atendimento médico no exterior pode custar muito mais do que o valor pago pelo seguro.
Dica da Família Almeida: nunca escolha um seguro apenas pelo menor preço. Compare também cobertura médica, assistência para bagagem e suporte em português.
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Estacionamento em Guarulhos também entra no orçamento
Muitas pessoas calculam apenas os gastos que terão no Chile.
Entretanto, alguns custos começam antes mesmo do embarque.
Como saímos do interior de São Paulo de carro, deixamos o veículo estacionado próximo ao Aeroporto Internacional de Guarulhos (Urban Park).
Durante o período da viagem, gastamos aproximadamente R$ 220 com estacionamento.
Pode parecer um detalhe pequeno, mas despesas como essa fazem diferença quando somamos todo o orçamento.
Por isso, vale a pena incluí-las no planejamento desde o início.
Nosso bate-volta para Viña del Mar por conta própria
Além dos passeios contratados, resolvemos fazer um dia diferente.
Decidimos conhecer Viña del Mar por conta própria, utilizando transporte regular.
Foi uma escolha que nos permitiu montar nosso próprio ritmo, caminhar pela cidade sem pressa e aproveitar muito mais cada parada.
Ao todo, gastamos aproximadamente R$ 250, já incluindo o transporte e refeição em uma rede de fast food.
Na nossa opinião, foi um excelente custo-benefício.
Além de economizar em relação a alguns passeios organizados, tivemos liberdade para decidir quanto tempo permanecer em cada lugar.
Se você gosta de explorar os destinos com mais autonomia, essa pode ser uma excelente alternativa.
Quanto reservamos para compras no Chile?
Antes da viagem, já sabíamos que voltaríamos com algumas lembranças.
Mesmo assim, estabelecemos um limite para evitar compras por impulso.
Essa decisão funcionou muito bem.
No total, nossos gastos ficaram próximos destes valores:
| Compras | Valor |
|---|---|
| Chocolates (La Mundial) | R$ 200 |
| Vinhos | R$ 200 |
| Lembrancinhas | R$ 50 |
| Compras diversas | R$ 100 |
Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, não fizemos grandes compras em shoppings.
Preferimos investir em produtos típicos do Chile, especialmente chocolates e vinhos, que costumam oferecer excelente qualidade e preços competitivos.
As lembrancinhas ficaram restritas a pequenos presentes para familiares e amigos.
Essa estratégia permitiu voltar para casa com boas recordações da viagem sem comprometer o orçamento.
Dica da Família Almeida: antes de sair para comprar, defina um valor máximo. Essa simples atitude evita exageros e ajuda a aproveitar melhor o restante da viagem.
Afinal, quanto custa viajar para o Chile por pessoa?
Vou ser sincera: o Chile não é um destino barato, especialmente durante a temporada de neve. Antes da viagem, imaginávamos que gastaríamos menos em alguns itens, mas a alimentação, a hospedagem e as passagens tiveram um peso importante no orçamento. Por outro lado, o planejamento fez toda a diferença. Pesquisamos durante meses, acompanhamos promoções, reservamos passeios com antecedência e fizemos escolhas que ajudaram a equilibrar os custos. Por isso, acredito que o Chile não é uma viagem econômica, mas é um destino que pode caber no orçamento de muitas famílias quando existe organização e um bom planejamento.
Nossa viagem foi planejada para três pessoas, durante sete dias inteiros no Chile e 2 dias de descolamento. O investimento total ficou em aproximadamente R$ 19.403.
Isso representa um gasto médio de R$ 6.468 por pessoa.
Esse valor inclui praticamente tudo:
- passagens aéreas;
- hospedagem;
- passeios;
- alimentação;
- transporte;
- seguro viagem;
- estacionamento;
- transfer;
- compras;
- lembranças.
Em outras palavras, chegamos ao Chile com praticamente toda a viagem organizada e sem grandes surpresas financeiras.
Se você pretende viajar em outra época do ano ou prefere um roteiro mais econômico, é provável que consiga reduzir esse orçamento.
Onde vale a pena economizar?
Depois de sete dias no Chile, algumas escolhas mostraram que economizar nem sempre significa gastar menos.
Na prática, percebemos que investir um pouco mais em determinados itens evitou despesas maiores durante a viagem.
Se eu organizasse esse roteiro novamente, continuaria economizando em alguns pontos.
Hospedagem com cozinha
Ter uma cozinha equipada permitiu preparar cafés da manhã, lanches e algumas refeições.
Além da economia, essa opção trouxe mais conforto e flexibilidade para nossa rotina.
Metrô e caminhadas
Escolher uma hospedagem próxima ao metrô reduziu bastante os gastos com Uber.
Além disso, caminhamos muito por Providencia, conhecendo cafeterias, parques e lojas sem depender de transporte.
Passeios reservados antecipadamente
Reservar boa parte do roteiro antes do embarque trouxe tranquilidade e facilitou o controle do orçamento.
Também evitamos aumentos de última hora, comuns durante a alta temporada.
Seguro viagem
Embora muita gente tente economizar nesse item, essa não seria a nossa recomendação.
O valor representou uma pequena parte do orçamento total e proporcionou muito mais tranquilidade durante toda a viagem.
Onde eu não tentaria economizar novamente?
Algumas decisões fizeram tanta diferença na nossa experiência que, sinceramente, eu repetiria sem pensar duas vezes.
A primeira delas foi escolher uma hospedagem em Providencia.
Além da sensação de segurança, a localização facilitou muito nossos deslocamentos e permitiu aproveitar melhor os dias em Santiago.
Outra escolha que manteríamos seria contratar voos diretos.
Depois de tantas horas de viagem, evitar conexões tornou tudo mais confortável, principalmente viajando em família.
Também não abriríamos mão do seguro viagem.
Quando pensamos no custo de um atendimento médico no exterior, percebemos que essa economia simplesmente não vale o risco.
Quanto dinheiro levar para o Chile?
Essa é uma das perguntas que mais recebemos desde que voltamos da viagem.
Na nossa opinião, não existe um valor único.
Tudo depende do estilo de viagem, da quantidade de passeios, das compras e da época escolhida.
Entretanto, depois da nossa experiência, recomendamos que você monte uma planilha semelhante à que utilizamos.
Divida o orçamento em categorias:
- passagens;
- hospedagem;
- alimentação;
- transporte;
- passeios;
- compras;
- reserva para imprevistos.
Dessa forma, fica muito mais fácil visualizar para onde o dinheiro realmente está indo.
Foi exatamente isso que fizemos antes da viagem e essa organização evitou gastos por impulso.
Nosso maior aprendizado
Se existe uma lição que essa viagem nos deixou, é que planejamento faz muito mais diferença do que simplesmente tentar gastar menos.
Durante meses pesquisamos passagens, hospedagens, passeios, transporte, restaurantes e formas de economizar.
Como consequência, chegamos ao Chile sabendo exatamente quanto pretendíamos gastar.
É claro que alguns valores ficaram acima do esperado, especialmente a alimentação.
Mesmo assim, não tivemos nenhuma surpresa capaz de comprometer nosso orçamento.
Essa tranquilidade permitiu aproveitar cada passeio sem a preocupação constante de quanto ainda gastaríamos nos dias seguintes.
Vale a pena viajar para o Chile?
Sem nenhuma dúvida.
O Chile conseguiu superar praticamente todas as nossas expectativas.
Em apenas sete dias conhecemos a Cordilheira dos Andes, vimos neve pela primeira vez, visitamos vinícolas, exploramos Santiago, fizemos um bate-volta para Viña del Mar, experimentamos a gastronomia chilena e vivemos momentos que dificilmente esqueceremos.
Além disso, percebemos que, mesmo sendo uma viagem internacional, Santiago oferece um excelente custo-benefício quando comparado a muitos destinos brasileiros durante a alta temporada.
Com planejamento, organização e escolhas inteligentes, é possível transformar esse sonho em realidade.
Foi exatamente isso que aconteceu com a nossa família.
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Dica da Família Almeida: salve este artigo nos favoritos. Antes de comprar as passagens, volte aqui e confira novamente nossa tabela de gastos. Ela pode ajudar você a montar um orçamento muito mais realista.
Perguntas frequentes sobre quanto custa viajar para o Chile (FAQ)
Quanto custa viajar para o Chile por 7 dias?
Na nossa experiência, uma viagem de sete dias para três pessoas custou aproximadamente R$ 19.403, incluindo passagens, hospedagem, alimentação, passeios, transporte, seguro viagem e compras.
Quanto gastar por dia no Chile?
O valor depende do estilo da viagem. No nosso caso, considerando todas as despesas, o custo médio foi de aproximadamente R$ 924 por pessoa por dia.
É caro comer no Chile?
Comparando com muitas cidades brasileiras, percebemos que restaurantes em Santiago podem pesar no orçamento. Por isso, alternamos refeições em restaurantes com lanches e preparos no apartamento, mesmo assim gastamos cerca de R$ 4.000 em alimentação durante os sete dias.
Vale a pena contratar seguro viagem para o Chile?
Sim. Embora não seja obrigatório, consideramos o seguro viagem um dos melhores investimentos da viagem. Pagamos cerca de R$ 180, um valor pequeno diante da tranquilidade que ele proporcionou.
Quanto levar para compras no Chile?
Isso depende do seu perfil. Reservamos um orçamento específico e gastamos aproximadamente R$ 550 com chocolates, vinhos, lembrancinhas e pequenas compras, sem comprometer o restante da viagem.
Como economizar em uma viagem ao Chile?
As decisões que mais ajudaram nossa família foram comprar as passagens com antecedência, escolher uma hospedagem com cozinha, utilizar metrô e Uber, reservar passeios antes da viagem e definir um limite para compras.
