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O Palácio La Moneda é um dos principais cartões-postais de Santiago e costuma fazer parte do roteiro de quem deseja planejar viagem para o Chile.

Como Planejar uma Viagem para o Chile em 2026: Guia Completo com Custos, Roteiro, Neve e Dicas Reais

 Nossa primeira viagem internacional

Há dois meses, decidimos fazer a nossa primeira viagem internacional (se desconsiderarmos quando fomos para Foz do Iguaçu e aproveitamos para conhecer a Argentina e o Paraguai). Como somos apaixonados por viajar, esse momento marcou o início de um planejamento que, confesso, virou praticamente um novo hiperfoco.

NESTE ARTIGO

Se você está pesquisando um roteiro de 9 dias no Chile, este guia vai economizar horas do seu planejamento. Reunimos um itinerário completo, baseado na nossa viagem, com dicas de hospedagem, transporte, passeios, compras, gastos reais e atrações que realmente valeram a pena.

Desde então, passei horas pesquisando passagens, hospedagens, passeios, roupas para neve, documentação, transporte e tudo o que pudesse tornar nossa viagem mais tranquila. Como sou bastante organizada e também muito ansiosa, gosto de viajar sabendo exatamente o que esperar.

Como escolhemos o Chile

A primeira etapa foi decidir qual seria nosso destino. Queríamos conhecer outro país, mas também buscávamos um lugar relativamente próximo do Brasil, que não exigisse visto e permitisse a entrada apenas com o RG em bom estado.

Durante as pesquisas, dois destinos apareciam o tempo todo: Santiago, no Chile, e Ushuaia, na Argentina. Como nossa viagem será em julho e nosso maior sonho era finalmente ver neve, passamos vários dias comparando preços, roteiros e custos.

Depois de colocar tudo na ponta do lápis, percebemos que Santiago oferecia um custo-benefício muito melhor para o tipo de viagem que queríamos fazer.

Um planejamento que virou hiperfoco

Depois de decidir o destino, mergulhei de cabeça nas pesquisas. Assisti a inúmeros vídeos no TikTok e no YouTube, li relatos em blogs, acompanhei viajantes nas redes sociais e pesquisei praticamente tudo: companhias aéreas, bairros para se hospedar, passeios, alimentação, internet, documentação, roupas de inverno e transporte.

Posso dizer que, durante algumas semanas, esse assunto virou meu hiperfoco. Cada informação nova me ajudava a tomar decisões com mais segurança e evitava que cometêssemos erros comuns de quem está organizando a primeira viagem internacional.

O que você vai encontrar neste guia

Depois de meses pesquisando e organizando cada detalhe, resolvi reunir tudo neste artigo para facilitar a vida de quem também está planejando uma viagem para o Chile.

Aqui você vai descobrir:

  • quanto custa viajar para o Chile;
  • como encontramos nossas passagens;
  • onde escolhemos nos hospedar;
  • quais passeios reservamos;
  • quanto estamos gastando;
  • como economizar sem deixar de aproveitar a viagem;
  • quais documentos são necessários;
  • o que levar na mala para o inverno chileno;
  • além de várias dicas que aprendemos durante nosso planejamento.

Mais do que um guia, este é um relato real de uma família que está vivendo cada etapa dessa experiência.

Antes de começar o planejamento…

Se você ainda está organizando sua viagem, recomendo começar por dois conteúdos que vão facilitar muito esse processo.

👉 Confira nosso Guia Completo de Planejamento de Viagem, onde mostramos o passo a passo para organizar qualquer destino sem esquecer nenhum detalhe.

👉 Veja também nossa lista de Itens Essenciais de Viagem, com tudo o que realmente faz diferença na mala, principalmente para quem vai viajar durante o inverno no Chile.

👉 Leia nosso artigo : 12 Passeios Gratuitos no Chile

👉  Roupa para frio e Neve em Santiago: Guia Completo do que levar para o Chile Sem Passar Frio

👉 Artigo Completo de Como Comprar Passagens Aéreas Baratas para Santiago 

👉Descubra como economizar na sua viagem ao Chile

Agora, vamos começar pelo primeiro passo: como encontramos nossas passagens para Santiago e quanto realmente pagamos por elas.

Como escolhemos o Chile para nossa primeira viagem internacional

Depois de decidir que finalmente faríamos nossa primeira viagem internacional, surgiu a dúvida mais difícil: qual destino escolher?

Como queríamos uma viagem relativamente próxima do Brasil, que não exigisse visto e tivesse um bom custo-benefício, começamos pesquisando os países mais procurados pelos brasileiros. Rapidamente percebemos que Argentina e Chile apareciam em praticamente todas as recomendações.

Como nossa viagem seria em julho, o sonho de conhecer a neve pesou bastante na decisão. Foi então que começamos a comparar dois destinos que sempre aparecem nessa época do ano: Ushuaia, na Argentina, e Santiago, no Chile.

Por que escolhemos Santiago?

Depois de muitos dias pesquisando, percebemos que Santiago atendia melhor ao que procurávamos.

Além de ter passagens mais acessíveis na época em que pesquisamos, a cidade oferece uma enorme variedade de passeios. É um destino que reúne neve, vinícolas, montanhas, mirantes, parques, museus, gastronomia, shoppings e até bate-voltas para o litoral.

Outro ponto que pesou na decisão foi a possibilidade de fazer passeios para conhecer a Cordilheira dos Andes e brincar na neve, algo que sempre esteve na nossa lista de desejos.

No fim das contas, Santiago acabou oferecendo o melhor equilíbrio entre custo, atrações e praticidade para nossa primeira experiência fora do Brasil.

A pesquisa virou meu hiperfoco

Depois de escolher o destino, comecei uma verdadeira maratona de pesquisas.

Assisti a dezenas de vídeos no TikTok e no YouTube, li muitos blogs de viagem, acompanhei relatos de brasileiros que moram no Chile e passei horas comparando preços de passagens, hospedagens, passeios e transporte.

Confesso que esse assunto virou meu hiperfoco durante algumas semanas. Cada informação nova fazia diferença na hora de tomar decisões e me deixava mais tranquila para organizar tudo da melhor forma possível.

Foi justamente nessa etapa que comecei a entender quais bairros eram mais indicados para se hospedar, quais passeios realmente valiam a pena, quanto custava viajar para o Chile no inverno e quais erros poderíamos evitar.

Nosso objetivo é viajar com segurança e sem imprevistos

Como seria nossa primeira viagem internacional e estaríamos viajando com nosso filho, queríamos que tudo fosse muito bem planejado.

Por isso, preferimos dedicar bastante tempo às pesquisas antes de fazer qualquer reserva. Nossa intenção nunca foi encontrar apenas o menor preço, mas sim escolher opções que oferecessem um bom custo-benefício e nos dessem mais tranquilidade durante toda a viagem.

Hoje, olhando para trás, percebo que todo esse planejamento nos ajudou muito e evitou várias decisões por impulso.

O primeiro passo foi pesquisar as passagens

Depois de definir o destino, chegou a hora de acompanhar diariamente o valor das passagens aéreas.

Durante vários dias, comparei preços em diferentes plataformas, acompanhei promoções e analisei qual seria o melhor momento para comprar. Foi nessa etapa que encontramos a opção que fazia mais sentido para o nosso orçamento.

No próximo tópico, vou contar exatamente como pesquisamos, qual companhia aérea escolhemos, por que decidimos comprar pela Decolar e quanto pagamos nas passagens para viajar ao Chile em julho.

Passagens aéreas para o Chile: como encontramos o melhor preço

Depois de decidir que Santiago seria nosso destino, começamos a acompanhar diariamente o valor das passagens. Como nossa viagem será em julho, sabíamos que viajaríamos durante a alta temporada de inverno no Chile. Por isso, não esperávamos encontrar preços muito baixos, mas queríamos comprar no melhor momento possível.

Como sou bastante ansiosa, acompanhei as tarifas durante alguns dias em diferentes plataformas. Vi muitas pessoas dizendo que esperar até a última semana poderia render promoções, mas esse tipo de estratégia não combina comigo. Prefiro pagar um pouco mais caro e viajar com tudo organizado do que correr o risco de ficar sem voo ou pagar ainda mais caro depois.

Onde pesquisamos as passagens

Antes de comprar, fiz uma verdadeira varredura nos principais comparadores de passagens.

Pesquisei diariamente no Kayak, Skyscanner, Google Voos e Decolar, comparando valores, horários, escalas e o que estava incluso em cada tarifa.

Essa etapa foi muito importante porque os preços variavam bastante de um site para outro. Além disso, acompanhar durante alguns dias ajudou a entender quando o valor realmente estava interessante.

Dica: Antes de comprar sua passagem para o Chile, acompanhe os preços por alguns dias em diferentes plataformas. Isso ajuda a identificar se a tarifa realmente está em um bom momento ou se está acima da média.

Por que escolhemos a Sky Airline

Durante nossas pesquisas, ficamos entre viajar com a Latam ou com a Sky Airline.

Depois de comparar tudo com calma, percebemos que a Sky Airline oferecia um custo-benefício melhor para a nossa viagem. Além do voo direto, o valor já incluía mala despachada, o que fez bastante diferença no preço final.

No nosso caso, a economia foi de aproximadamente R$ 1.000 em relação às outras opções que analisamos.

Como pretendemos viajar no inverno, levar roupas mais volumosas e ainda trazer alguns vinhos e chocolates na volta, despachar bagagem nunca deixou de ser uma opção para nós. Pelo contrário, fazia parte do planejamento desde o início.

Por que compramos pela Decolar

Avião da SKY Airline voando com céu azul durante viagem ao Chile

Nossa intenção inicial era comprar diretamente pelo site da Sky Airline.

Cheguei a fazer todo o processo, mas encontrei algumas instabilidades durante a compra. Como não queria correr o risco de perder a tarifa ou enfrentar problemas no pagamento, resolvemos finalizar a compra pela Decolar.

Foi uma decisão que nos trouxe mais tranquilidade, principalmente por ser nossa primeira viagem internacional.

Além disso, conseguimos parcelar a compra em três vezes, o que também ajudou no planejamento financeiro.

Quanto pagamos nas passagens

No total, pagamos R$ 7.800 pelas passagens dos três viajantes.

Nesse valor já estavam incluídos:

  • voo direto;
  • escolha dos assentos;
  • três malas despachadas;
  • bagagens de mão.

Sabemos que não foi uma passagem barata, mas levamos em consideração que viajaremos em julho, durante a alta temporada de inverno, quando a procura pelo destino aumenta bastante.

No nosso caso, pagar antecipadamente pela bagagem compensou muito mais do que deixar para contratar depois, já que pretendemos voltar com compras e lembranças da viagem.

Vale a pena despachar mala?

Duas malas na esteira de despacho de bagagem em aeroporto antes de uma viagem em família

Essa é uma decisão muito pessoal e depende do perfil de cada viajante.

Como viajaremos para um destino de inverno, precisaremos levar roupas térmicas, casacos, botas e outros itens que ocupam bastante espaço na mala. Além disso, já planejamos trazer vinhos, chocolates e algumas lembranças do Chile.

Por isso, para nossa família, despachar as malas fez muito sentido e acabou sendo mais econômico do que tentar encaixar tudo apenas na bagagem de mão.

Se a sua viagem for mais curta ou acontecer em outra época do ano, talvez seja possível economizar viajando apenas com a mala de cabine.

Dica da Família Almeida: Antes de comprar a passagem, faça uma lista do que pretende levar e também do que deseja trazer na volta. Muitas vezes, pagar pela mala despachada antecipadamente sai muito mais barato do que contratar esse serviço depois.

Próximo tópico

Depois de comprar as passagens, começou a etapa que mais nos deu trabalho durante todo o planejamento: escolher onde ficar em Santiago. Encontrar uma hospedagem segura, bem localizada e que coubesse no orçamento foi um desafio, mas aprendemos várias lições que podem ajudar você a evitar os mesmos erros.

Onde ficar em Santiago: como escolhemos nossa hospedagem

Vista panorâmica de Santiago durante o planejamento da nossa viagem para o Chile
Cerro San Cristóbal

Depois de comprar as passagens, chegou a etapa que mais nos deu trabalho durante todo o planejamento: escolher onde ficar em Santiago.

Como essa seria nossa primeira viagem internacional, queríamos uma hospedagem que transmitisse segurança, fosse confortável e tivesse uma boa localização. Além disso, viajaríamos com nosso filho, então não queríamos correr riscos nem ter dores de cabeça durante a viagem.

Confesso que essa foi a parte em que mais pesquisei antes de tomar uma decisão.

Nossa primeira escolha foi o Centro de Santiago

Comecei pesquisando hotéis e apartamentos no Airbnb. Como julho é alta temporada, os hotéis que encontramos estavam muito acima do nosso orçamento. Em muitos casos, a diária ultrapassava R$ 800 para nós três.

Foi então que encontrei um apartamento maravilhoso no Centro de Santiago. Para sete noites, o valor era de aproximadamente R$ 1.800, algo muito difícil de encontrar durante o inverno.

Naquele momento, achei que tinha encontrado o lugar perfeito.

Por que desistimos de ficar no Centro?

Mesmo depois de reservar o apartamento, continuei pesquisando. Assisti a muitos vídeos no YouTube, TikTok e li relatos de brasileiros que já haviam viajado para Santiago.

Foi aí que percebi um detalhe que quase ninguém comenta quando fala sobre hospedagem.

Embora Santiago seja considerada uma cidade relativamente segura, muitas pessoas relataram que o Centro fica mais vazio durante a noite. Além disso, alguns turistas comentavam sobre furtos e também sobre a dificuldade de encontrar movimento em determinadas ruas depois que o comércio fecha.

Como sou do interior de São Paulo, onde esse tipo de situação não faz parte da minha rotina, confesso que fiquei bastante preocupada.

Talvez muita gente não se importe com isso, mas eu precisava me sentir tranquila para aproveitar a viagem. Viajar já tira a gente da zona de conforto; viajar para outro país, então, aumenta ainda mais essa sensação.

A importância de continuar pesquisando

Mesmo depois de fazer a reserva, não parei de pesquisar.

Essa foi uma das melhores decisões que tomei durante todo o planejamento.

Quanto mais eu assistia aos conteúdos e lia relatos de outros viajantes, mais apareciam recomendações para se hospedar em Providencia ou Las Condes, bairros conhecidos pela boa infraestrutura, segurança e facilidade de locomoção.

As agências de turismo buscam em qulquer endereço?

Outro detalhe importante que descobri foi que algumas agências de turismo não fazem embarque em todas as regiões da cidade.

Isso significa que, dependendo da hospedagem escolhida, você poderá precisar pegar Uber ou táxi até o ponto de encontro do passeio, aumentando o custo da viagem.

Dica da Família Almeida: Antes de reservar sua hospedagem, pergunte às agências responsáveis pelos passeios se elas fazem embarque no endereço escolhido. Esse detalhe pode fazer diferença no orçamento e na praticidade da viagem.

Cancelamos a primeira reserva

Mesmo sabendo que dificilmente encontraria outro apartamento com aquele preço, resolvemos cancelar a reserva.

Foi uma decisão difícil, porque economizar quase R$ 1.500 faria bastante diferença no orçamento.

Por outro lado, preferimos investir um pouco mais e viajar com a tranquilidade de estar em uma região que nos transmitisse mais segurança.

Como sempre digo, cada família tem um perfil diferente. Para algumas pessoas, ficar no Centro pode ser uma excelente escolha. No nosso caso, sabendo como somos e viajando com uma criança, preferimos não arriscar.

Encontramos o apartamento ideal em Providencia

Depois de mais algumas semanas pesquisando, finalmente encontramos o apartamento que procurávamos.

Ele ficava em Providencia, um dos bairros mais recomendados para turistas.

O apartamento tinha exatamente o que buscávamos: dois quartos, dois banheiros, cozinha completa, sala, ar-condicionado, lavanderia no prédio e excelentes avaliações.

Além disso, a localização era excelente. Havia cafeterias, restaurantes, mercados, farmácias e duas estações de metrô a poucos minutos de caminhada. O Shopping Costanera Center também ficava muito próximo, o que tornou a localização ainda mais conveniente.

Foi justamente esse conjunto de fatores que nos fez entender por que Providencia é tão recomendada para quem visita Santiago pela primeira vez.

Negociar no Airbnb pode render um bom desconto

Outra dica que funcionou muito bem para nós foi negociar diretamente com a anfitriã antes de confirmar a reserva.

Pelo próprio Airbnb, enviamos uma solicitação de oferta especial.

Inicialmente ela informou que não seria possível conceder desconto. No entanto, algumas horas depois, retornou oferecendo R$ 300 de desconto no valor da hospedagem.

No fim, pagamos R$ 3.061 pelas sete noites.

Pode parecer um detalhe simples, mas muitos anfitriões aceitam reduzir um pouco o valor, principalmente quando a reserva é para vários dias.

Por isso, não custa tentar. O máximo que pode acontecer é receber um “não”.

Nossa opinião sobre onde ficar em Santiago

Depois de toda essa pesquisa, acreditamos que escolher uma boa localização foi um dos melhores investimentos da nossa viagem.

Talvez tenhamos gastado um pouco mais do que imaginávamos inicialmente, mas ganhamos tranquilidade para caminhar pelo bairro, encontrar restaurantes próximos, utilizar o metrô com facilidade e aproveitar muito mais a experiência.

No fim das contas, percebemos que nem sempre a hospedagem mais barata é a que oferece o melhor custo-benefício.

👉 No próximo tópico, vou contar por que decidimos usar um eSIM da Airalo no Chile, como funciona esse tipo de chip internacional e se realmente vale a pena chegar ao país já com internet funcionando. Isso fez toda a diferença no nosso planejamento, principalmente para usar mapas, aplicativos de transporte e manter contato com a família.

Airalo no Chile: vale a pena comprar um eSIM?

Depois de resolver as passagens e a hospedagem, começamos a pensar em outro detalhe que, muitas vezes, passa despercebido: como ter internet logo ao desembarcar no Chile?

Pode parecer um detalhe pequeno, mas, para quem está chegando em um país pela primeira vez, estar conectado faz toda a diferença. Afinal, é a internet que permite chamar um Uber, consultar mapas, falar com a família, acessar reservas e até resolver algum imprevisto durante a viagem.

Foi por isso que começamos a pesquisar as opções de internet para usar em Santiago.

O que é um eSIM?

Durante nossas pesquisas, descobrimos o eSIM, uma tecnologia que funciona como um chip virtual.

Ao contrário do chip físico tradicional, ele é instalado diretamente no celular. Assim, você não precisa trocar o chip brasileiro nem procurar uma loja quando chegar ao destino.

Basta comprar o plano, instalar antes da viagem e ativá-lo quando desembarcar.

Para quem gosta de praticidade, essa é uma solução muito interessante.

Por que escolhemos a Airalo?

Depois de comparar algumas opções, decidimos utilizar a Airalo, uma das plataformas de eSIM mais conhecidas do mundo.

Ela oferece diferentes planos para o Chile, permitindo escolher a quantidade de internet de acordo com o tempo da viagem.

O que mais nos chamou a atenção foi justamente a praticidade. Gostamos da ideia de chegar ao aeroporto já com internet funcionando, sem precisar perder tempo procurando uma loja de telefonia.

Além disso, o processo de instalação é simples e pode ser feito ainda no Brasil.

Vale a pena usar internet no Chile?

Na nossa opinião, sim.

Hoje em dia, praticamente toda a viagem depende da internet.

Nós vamos utilizá-la para:

  • chamar Uber sempre que necessário;
  • consultar o Google Maps;
  • acompanhar os horários dos passeios;
  • falar com a família pelo WhatsApp;
  • acessar reservas de hospedagem;
  • utilizar aplicativos bancários;
  • pesquisar restaurantes e cafeterias;
  • acompanhar a previsão do tempo.

Sem internet, muitas dessas tarefas acabam ficando mais difíceis, principalmente para quem está conhecendo outro país pela primeira vez.

Nossa dica

Se você optar por utilizar um eSIM, faça toda a instalação antes de embarcar.

Assim, quando o avião pousar no Chile, basta ativar a linha e começar a usar a internet imediatamente.

Isso evita perder tempo no aeroporto e garante mais tranquilidade logo nos primeiros minutos da viagem.

Dica da Família Almeida: Nós escolhemos a Airalo pela praticidade e pelas boas avaliações que encontramos durante nossas pesquisas. Se você também pretende usar um eSIM, vou deixar o link da plataforma que utilizamos para facilitar sua pesquisa e comparação de preços.

💡 Desconto para novos usuários: utilize o código GLAZIE2887 e ganhe US$ 3 de desconto na sua primeira compra de eSIM Airalo.

Com passagens, hospedagem e internet resolvidas…

Depois de organizar essas três etapas, finalmente chegamos à parte mais esperada do planejamento: escolher os passeios.

Foi nessa fase que percebemos quantas atrações Santiago oferece. Entre montanhas, vinícolas, neve, litoral, parques e city tours, tivemos que pesquisar bastante para definir o que realmente faria sentido para a nossa família e para o nosso orçamento.

No próximo tópico, vou mostrar exatamente como escolhemos nossos passeios, quais agências pesquisamos, quanto pagamos e as dicas que aprendemos para economizar sem abrir mão das experiências que mais queríamos viver.

O que fazer em Santiago: como escolhemos nossos passeios

Vista de Santiago do alto do Cerro San Cristóbal, um dos passeios mais procurados por quem deseja planejar viagem para o Chile

Na nossa opinião, os passeios são o grande destaque de uma viagem para Santiago.

É difícil encontrar uma cidade que reúna tantas experiências diferentes em um só destino. Em poucos dias, é possível conhecer a neve, visitar vinícolas famosas, explorar o centro histórico, fazer compras, passear pelo litoral, conhecer parques, mirantes e ainda experimentar a gastronomia chilena. Vale a pena ler nosso Guia Completo de Passeios Gratuitos No Chile

Por isso, antes de fechar qualquer passeio, fizemos uma pesquisa bastante detalhada.

Como definimos nosso roteiro

Antes mesmo de entrar em contato com as agências, montamos uma lista com todos os lugares que gostaríamos de conhecer.

Assistimos a dezenas de vídeos no YouTube e no TikTok, lemos avaliações no Google e acompanhamos relatos de brasileiros que já haviam feito esses passeios.

Nosso objetivo era entender quais realmente valiam a pena, quais eram mais indicados para quem viaja em família e quais combinavam com o nosso estilo de viagem.

Nem sempre os passeios mais famosos são os que fazem mais sentido para todo mundo. Por isso, recomendamos montar um roteiro pensando no seu perfil e não apenas nas redes sociais.

Como escolhemos a agência de turismo

Depois de definir os passeios que queríamos fazer, chegou a hora de pesquisar as agências.

Solicitamos orçamento para sete empresas diferentes, todas especializadas em atender brasileiros.

Embora os preços fossem bastante parecidos, percebemos que alguns detalhes faziam muita diferença na escolha, como:

  • qualidade do atendimento;
  • facilidade para tirar dúvidas;
  • avaliações de outros turistas;
  • formas de pagamento;
  • brindes oferecidos;
  • possibilidade de parcelamento;
  • organização dos passeios.

Criamos até uma tabela comparando todas as informações para facilitar nossa decisão.

Pode parecer exagero, mas foi assim que conseguimos escolher a opção que nos passou mais confiança.

Os passeios que escolhemos

Depois de muitas pesquisas, fechamos os seguintes passeios:

Procuramos montar um roteiro variado para conhecer diferentes lados do Chile durante nossa estadia.

Por que escolhemos conhecer uma vinícola

Mesmo para quem não é apaixonado por vinho, acreditamos que visitar uma vinícola é uma experiência que vale muito a pena.

O Chile é reconhecido mundialmente pela produção de vinhos, e as vinícolas oferecem muito mais do que degustações.

Elas contam parte da história do país, apresentam todo o processo de produção e ainda possuem paisagens lindas.

Por isso, escolhemos um passeio que reúne três atrações no mesmo dia: vinícola, litoral e Isla Negra. Para nós, foi um excelente custo-benefício.

Por que não escolhemos o Farellones

Essa foi uma das decisões que mais pesquisamos.

Como estaremos viajando durante a alta temporada, vimos muitos relatos de filas longas e de visitantes que conseguiram aproveitar poucos brinquedos ao longo do dia.

Como viajamos para contemplar a neve e viver essa experiência pela primeira vez, entendemos que o passeio Andes Panorâmico fazia mais sentido para nossa família.

Nosso filho também terá contato com a neve, mas sem a correria típica de um parque lotado.

É claro que essa foi a nossa escolha. Se o seu objetivo for brincar durante o dia inteiro na neve e aproveitar as atrações do parque, o Farellones pode ser uma excelente opção.

A importância de negociar antes de fechar

Outro detalhe que aprendemos durante o planejamento foi que vale a pena conversar com diferentes agências antes de contratar os passeios.

Além de comparar preços, observamos o atendimento, a rapidez nas respostas e as condições de pagamento.

No nosso caso, a agência escolhida permitiu parcelar tudo em 10 vezes, utilizando um cartão brasileiro.

Isso facilitou bastante nosso planejamento financeiro.

Além disso, ainda ganhamos um City Tour como cortesia, algo que várias outras agências não ofereciam. A nossa escolha foi a Bora pro Chile

Dica da Família Almeida: Antes de fechar qualquer passeio, faça pelo menos três orçamentos. Muitas vezes o preço é parecido, mas o atendimento, os brindes e as condições de pagamento fazem toda a diferença.

Quanto gastamos com os passeios

No total, investimos R$ 2.742,00 nos passeios.

Sabemos que esse valor pode variar conforme a época do ano, a agência escolhida e a quantidade de atrações incluídas no roteiro.

Mesmo assim, acreditamos que foi um bom investimento, principalmente porque conseguimos parcelar o pagamento antes da viagem e viajar com praticamente tudo organizado.

Nosso conselho

Se você pretende visitar Santiago durante o inverno, recomendamos reservar os passeios com antecedência.

Além de garantir vagas, é possível encontrar melhores condições de pagamento e organizar o orçamento da viagem com mais tranquilidade.

Para nós, chegar ao Chile com praticamente todo o roteiro definido trouxe muito mais segurança e permitiu aproveitar cada dia sem preocupações.

Dica: Se você decidir contratar a mesma agência que escolhemos, vou deixar o link aqui no blog para facilitar sua pesquisa e comparação. Antes de fechar, faça também outros orçamentos e escolha a opção que oferecer o melhor custo-benefício para o seu perfil.

Próximo tópico

Na próxima parte, vamos falar sobre roupas para o inverno no Chile, um dos assuntos que mais gera dúvidas. Vou mostrar o que realmente vale a pena comprar, o que compensa alugar e como economizar sem passar frio durante os passeios na neve.

Roupa para neve no Chile: comprar ou alugar?

Se tem um assunto que gera dúvidas antes de viajar para o Chile no inverno, é a roupa de neve. Antes de prosseguir com a leitura, vale a pena ler nosso artigo sobre Como se Vestir para Frio e Neve em Santiago.

Confesso que essa foi uma das etapas em que mais pesquisei. Como moramos no interior de São Paulo, não temos roupas adequadas para enfrentar temperaturas negativas. No máximo, temos alguns casacos para o frio da nossa região, que são muito diferentes do inverno chileno.

Por isso, começamos a pesquisar se valia mais a pena comprar ou alugar as roupas de neve.

O que realmente é necessário para brincar na neve?

Antes de comprar qualquer coisa, é importante entender que não basta vestir um casaco grosso.

Para passar o dia na neve com conforto, o ideal é usar roupas em camadas, que ajudam a manter o corpo aquecido e permitem retirar peças caso a temperatura aumente ao longo do dia.

Nossa lista ficou assim:

  • segunda pele térmica (blusa e calça);
  • fleece ou blusa de lã;
  • casaco impermeável;
  • calça impermeável;
  • botas impermeáveis;
  • luvas impermeáveis;
  • gorro;
  • cachecol ou pescoceira;
  • meias térmicas.

Essa combinação oferece muito mais conforto do que usar apenas um casaco pesado.

Comprar ou alugar roupa de neve?

Essa resposta depende muito do seu perfil de viajante.

Se você pretende conhecer outros destinos com neve nos próximos anos, talvez faça sentido investir na compra das peças.

Por outro lado, se essa será sua única viagem para um destino de inverno, o aluguel costuma compensar muito mais financeiramente.

Foi justamente esse cálculo que fizemos durante o planejamento.

Onde vale mais a pena alugar?

Durante nossas pesquisas, percebemos uma dica que apareceu em praticamente todos os relatos de quem já viajou para Santiago.

As lojas da cidade costumam cobrar valores menores do que os pontos de aluguel localizados na montanha.

Em alguns casos, o aluguel no rental das agências podem custar até duas ou três vezes mais.

Por isso, se decidir alugar, nossa recomendação é fazer isso ainda em Santiago.

Além de economizar, você terá mais opções de modelos e tamanhos.

Atenção ao horário de devolução

Outro detalhe que muita gente esquece é o horário de funcionamento das lojas.

Grande parte encerra o atendimento por volta das 20 horas.

Se o seu passeio terminar depois desse horário, provavelmente será necessário devolver as roupas apenas no dia seguinte, o que pode gerar cobrança de uma diária extra.

Por isso, antes de alugar, confirme tanto o horário da loja quanto o horário previsto de retorno do passeio.

O que normalmente é alugado?

Além das roupas impermeáveis, muitas lojas também oferecem outros equipamentos, como:

  • botas para neve;
  • luvas impermeáveis;
  • óculos para neve;
  • capacetes;
  • equipamentos para esqui e snowboard.

Na maioria dos casos, é solicitado um documento pessoal como garantia durante o período do aluguel.

Vale a pena comprar algumas peças?

Mesmo optando pelo aluguel, percebemos que alguns itens compensam ser comprados.

Roupas térmicas, meias, gorros e cachecóis podem ser usados em outras viagens ou até mesmo durante o inverno no Brasil.

Já as peças impermeáveis, como casaco e calça para neve, normalmente só compensam a compra para quem pretende viajar com frequência para destinos frios.

Dica da Família Almeida: Nós pesquisamos bastante antes de decidir o que comprar e o que alugar. Vou deixar aqui no blog os modelos que escolhemos para nossa viagem. Assim, você consegue comparar preços e montar sua mala gastando menos.

(👉 Segunda pele, fleece, luvas, luvas impermeáveis gorro, botas impermeáveis, saco a vácuo, organizadores de mala, balança de mala e mochila de avião.)

Como se vestir em Santiago no inverno

Muita gente pensa apenas nas roupas para brincar na neve, mas o frio em Santiago também merece atenção.

Embora as temperaturas na cidade sejam mais amenas do que nas montanhas, principalmente durante o dia, as manhãs e as noites costumam ser bastante geladas.

Por isso, continuamos recomendando o sistema de camadas mesmo para passear pela cidade.

Nossa estratégia para enfrentar o frio

Pretendemos usar a seguinte combinação durante os passeios urbanos:

  • primeira camada: segunda pele térmica;
  • segunda camada: fleece ou moletom;
  • terceira camada: casaco corta-vento ou casaco mais pesado.

A vantagem desse sistema é que podemos retirar as camadas conforme a temperatura aumenta durante o dia, sem passar calor nem frio.

Essa estratégia é muito mais confortável do que vestir apenas um casaco extremamente grosso.

Um detalhe que quase ninguém comenta

Outro ponto que levamos em consideração foi o espaço na mala.

Roupas de neve ocupam bastante volume e pesam muito mais do que roupas comuns.

Mesmo utilizando sacos a vácuo, percebemos que seria fácil ultrapassar o limite de peso da bagagem.

Como já pretendíamos trazer vinhos, chocolates e lembranças do Chile, esse também foi um fator importante na hora de decidir entre comprar ou alugar algumas peças.

No fim, percebemos que não existe uma resposta certa. O melhor é analisar seu orçamento, a frequência com que pretende viajar para destinos de inverno e o que faz mais sentido para o seu perfil.

👉 Próximo tópico: Como funciona o transporte em Santiago. Vou mostrar como usamos o metrô, por que decidimos não alugar carro, quais aplicativos funcionam no Chile e as dicas que encontramos para economizar e evitar problemas durante a viagem.

Como se locomover em Santiago: metrô, Uber ou carro?

Uma das dúvidas que tivemos durante o planejamento foi como nos locomoveríamos em Santiago. Como nunca tínhamos visitado o Chile, queríamos entender se valia a pena alugar um carro ou utilizar o transporte público.

Depois de assistir a muitos vídeos, conversar com brasileiros que já viajaram para lá e pesquisar relatos de moradores, percebemos que Santiago possui um sistema de transporte moderno, eficiente e muito mais prático do que imaginávamos.

Foi justamente isso que nos fez desistir da ideia de alugar um carro.

Vale a pena usar o metrô em Santiago?

Na nossa opinião, sim.

O metrô de Santiago é considerado um dos melhores da América do Sul. Além de ser limpo, organizado e seguro, ele conecta praticamente todos os principais bairros turísticos da cidade.

Para quem deseja economizar, essa é uma excelente alternativa.

Outro ponto positivo é que várias atrações ficam próximas das estações, facilitando bastante os deslocamentos.

Por isso, uma dica importante é escolher uma hospedagem próxima ao metrô. Essa decisão pode economizar tempo e dinheiro durante toda a viagem.

Como pagar o transporte público

Durante nossas pesquisas, descobrimos que existem duas formas muito práticas de utilizar o transporte público em Santiago.

A primeira é adquirir o Cartão Bip!, utilizado no metrô e nos ônibus da cidade.

A segunda, que pretendemos utilizar em alguns momentos, é pagar diretamente com o cartão Wise, desde que a função esteja disponível no período da sua viagem.

Essa praticidade evita a necessidade de carregar dinheiro em espécie para pequenos deslocamentos.

Dica da Família Almeida: Se você ainda não conhece o cartão Wise, vale a pena pesquisar. Além de facilitar os pagamentos durante a viagem, ele costuma oferecer uma cotação mais vantajosa do que muitos cartões de crédito internacionais.

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Uber funciona no Chile?

Sim, e funciona muito bem.

Além do Uber, aplicativos como Cabify e DiDi também são bastante utilizados em Santiago.

Nossa ideia é utilizar os aplicativos principalmente à noite, em trajetos mais longos ou quando estivermos cansados depois de um dia inteiro de passeio.

Assim, conseguimos equilibrar conforto e economia durante a viagem.

Táxi vale a pena?

Durante nossas pesquisas, encontramos diversos relatos de turistas que tiveram problemas utilizando táxis.

Os golpes mais comentados envolvem:

  • taxímetro adulterado;
  • cobrança de valores muito acima do normal;
  • problemas com máquinas de cartão;
  • troca de notas de dinheiro.

É claro que isso não significa que todos os taxistas ajam dessa forma. No entanto, como vimos muitos relatos semelhantes, preferimos evitar esse tipo de situação.

Por isso, nossa escolha será utilizar aplicativos de transporte sempre que precisarmos de um carro.

Vale a pena alugar carro em Santiago?

Depois de muita pesquisa, chegamos à conclusão de que, para o nosso perfil de viagem, não vale a pena.

Santiago é uma metrópole grande, com trânsito intenso e dificuldade para estacionar em algumas regiões.

Além disso, grande parte dos passeios para a neve já inclui transporte saindo da cidade, o que elimina a necessidade de dirigir até a Cordilheira dos Andes.

O que descobrimos sobre dirigir no Chile

Outro fator que pesou na nossa decisão foram os relatos de turistas que tiveram problemas com carros alugados.

Algumas pessoas comentaram sobre furtos de objetos deixados dentro dos veículos, principalmente em cidades como Viña del Mar e Valparaíso, onde muitos carros de locadora são facilmente identificados.

Além disso, dirigir até as montanhas durante o inverno exige experiência.

Dependendo das condições climáticas, pode ser obrigatório utilizar correntes nos pneus, e nem todos os turistas sabem instalá-las corretamente.

Como não temos experiência dirigindo na neve, preferimos deixar essa responsabilidade para quem faz esse trajeto todos os dias.

Nossa escolha para se locomover

Depois de analisar todas as opções, decidimos combinar diferentes meios de transporte durante a viagem.

Nosso plano é utilizar:

  • metrô para os passeios dentro de Santiago;
  • aplicativos de transporte quando necessário;
  • transporte das agências nos passeios para a neve, vinícolas e litoral.

Acreditamos que essa será a forma mais prática, econômica e tranquila de aproveitar a viagem.

Nossa dica

Se você estiver organizando sua primeira viagem ao Chile, não se preocupe em alugar um carro logo de início.

Pesquise onde pretende se hospedar, veja se há uma estação de metrô por perto e analise quais passeios já oferecem transporte incluso.

Na maioria dos casos, essa combinação atende muito bem às necessidades da viagem e ainda ajuda a economizar.

👉 Próximo tópico: Seguro viagem para o Chile: vale a pena contratar? Vou explicar por que decidimos incluir esse item no nosso planejamento, quanto custa um seguro viagem e por que acreditamos que ele é um dos melhores investimentos para viajar com tranquilidade.

Seguro viagem para o Chile: vale a pena contratar?

Se existe um item que muita gente deixa para decidir na última hora, é o seguro viagem. Confesso que, antes de começar a pesquisar sobre o Chile, eu também não dava tanta importância para esse assunto.

No entanto, quanto mais estudava sobre o destino, mais percebia que viajar sem seguro poderia transformar um pequeno imprevisto em um grande prejuízo. Nosso artigo sobre Seguro Viagem no Chile está completo, indicamos a leitura antes de fechar com qualquer operadora,

Por isso, incluímos o seguro viagem no nosso planejamento desde o início.

O seguro viagem é obrigatório no Chile?

Atualmente, o seguro viagem não é obrigatório para entrar no Chile. Você pode viajar apenas com a documentação exigida pela imigração.

Mesmo assim, isso não significa que ele seja dispensável.

Na nossa opinião, é um daqueles investimentos que a gente faz esperando nunca precisar usar.

Afinal, ninguém compra um seguro pensando que vai ficar doente ou passar por algum problema durante a viagem. A ideia é justamente viajar com mais tranquilidade.

Por que decidimos contratar um seguro?

O principal motivo foi a segurança.

Como será nossa primeira viagem internacional e estaremos viajando em família, preferimos nos prevenir caso aconteça algum imprevisto.

Além disso, o sistema de saúde no Chile é particular. Se você precisar de atendimento médico, mesmo para situações simples, os custos podem ser bastante elevados.

Quando colocamos esses valores na balança, percebemos que o seguro viagem custa muito menos do que uma consulta médica ou um atendimento de emergência.

O que um seguro viagem pode cobrir?

As coberturas variam de acordo com o plano contratado, mas normalmente incluem benefícios como:

  • atendimento médico e hospitalar;
  • despesas com medicamentos;
  • atendimento odontológico de emergência;
  • extravio de bagagem;
  • atraso ou cancelamento de voos;
  • assistência jurídica em algumas situações;
  • traslado médico, quando necessário;
  • repatriação em casos graves.

Antes de contratar, vale a pena comparar as opções e verificar quais coberturas fazem mais sentido para o seu perfil de viagem.

Quanto custa um seguro viagem para o Chile?

Essa foi uma das maiores surpresas durante o nosso planejamento.

Quando começamos a pesquisar, imaginávamos que o seguro teria um custo alto. No entanto, encontramos planos com valores muito acessíveis, principalmente quando comparados ao custo total da viagem.

Dependendo da cobertura escolhida e da quantidade de dias, o seguro pode custar menos do que uma refeição para a família.

Por isso, na nossa opinião, não faz sentido economizar justamente em um item que pode evitar um prejuízo muito maior.

Nossa recomendação

Se você está planejando viajar para o Chile, recomendamos fortemente incluir o seguro viagem no orçamento.

Esperamos voltar para casa sem precisar utilizá-lo, mas saber que teremos assistência caso aconteça algum problema nos deixa muito mais tranquilos para aproveitar cada momento da viagem.

Além da proteção em casos de saúde, o seguro também pode ser um grande aliado diante de atrasos, cancelamentos de voos, problemas com bagagem e outras situações inesperadas que ninguém deseja enfrentar durante as férias.

Dica da Família Almeida: Antes de contratar, faça uma cotação em diferentes seguradoras e compare não apenas o preço, mas também as coberturas oferecidas. Muitas vezes, uma pequena diferença no valor garante uma proteção muito maior. Vou deixar aqui o seguro viagem que escolhemos para facilitar sua pesquisa e comparação.

👉 Viaje com mais segurança e proteção.

Quanto gastamos na nossa viagem para o Chile

Depois de organizar passagens, hospedagem, passeios, transporte e seguro viagem, finalmente conseguimos ter uma ideia muito mais realista do orçamento da nossa viagem.

Sabemos que o valor pode variar conforme a época do ano, o estilo de viagem e as escolhas de cada pessoa. Mesmo assim, acreditamos que compartilhar quanto estamos gastando pode ajudar quem está começando o planejamento e ainda não sabe quanto separar para conhecer o Chile.

No próximo tópico, vou mostrar quanto estimamos gastar por pessoa, incluindo passagens, hospedagem, alimentação, passeios, transporte, seguro viagem e algumas comprinhas que pretendemos fazer durante a viagem.

Quanto custa uma viagem para o Chile?

Uma das primeiras perguntas que fizemos antes de escolher o Chile como destino foi: quanto custa viajar para Santiago?

Confesso que, no início, imaginávamos que seria uma viagem muito mais cara. Porém, depois de meses pesquisando e planejando cada etapa, percebemos que é possível conhecer o Chile sem gastar uma fortuna, desde que você organize tudo com antecedência.

É claro que o valor final depende do estilo de viagem, da época do ano e das prioridades de cada pessoa. No nosso caso, preferimos abrir mão de alguns luxos para investir em passeios e viver mais experiências.

A seguir, vou compartilhar quanto estamos gastando e como distribuímos nosso orçamento.

Quanto gastamos com as passagens 

As passagens foram, sem dúvida, um dos maiores investimentos da viagem.

Como viajaremos em julho, durante a alta temporada de inverno, já esperávamos pagar mais caro. Além disso, optamos por voo direto, escolha de assentos e três malas despachadas, já que pretendemos levar roupas volumosas e trazer algumas compras na volta.

No total, investimos R$ 7.800 nas passagens para os três viajantes.

Sabemos que esse valor pode parecer alto, mas acompanhamos os preços durante semanas em plataformas como Google Voos, Kayak, Skyscanner e Decolar antes de fechar a compra.

Na nossa opinião, comprar com antecedência trouxe mais tranquilidade e evitou o risco de pagar ainda mais próximo da viagem.

Quanto gastamos com a hospedagem

A hospedagem foi outra parte importante do orçamento.

Inicialmente, encontramos um apartamento bem mais barato no Centro de Santiago, mas decidimos cancelar a reserva para ficar em Providencia, um bairro que nos transmitiu mais segurança.

No fim, pagamos R$ 3.061 por sete noites em um apartamento com dois quartos, dois banheiros, cozinha equipada e excelente localização.

Foi um investimento maior do que imaginávamos no início, mas acreditamos que o conforto e a tranquilidade compensaram a diferença de preço.

Quanto reservamos para alimentação

Ainda não viajamos, mas fizemos um planejamento baseado nos valores que encontramos durante nossas pesquisas.

Percebemos que comer em Santiago pode pesar no orçamento, principalmente porque o real está desvalorizado em relação ao peso chileno.

Em restaurantes mais conhecidos, uma refeição pode custar entre R$ 150 e R$ 200 por pessoa. Até mesmo redes de fast-food costumam sair por mais de R$ 150 para nossa família.

Por isso, decidimos adotar uma estratégia para economizar.

Nossa estratégia para gastar menos com alimentação

Como escolhemos um apartamento com cozinha, pretendemos preparar algumas refeições durante a viagem.

Nossa ideia é alternar entre:

  • cozinhar alguns dias;
  • fazer lanches durante passeios mais longos;
  • experimentar restaurantes locais;
  • conhecer cafeterias;
  • fazer algumas refeições no Costanera Center e no Mercado Urbano Tobalaba (MUT).

Dessa forma, conseguimos aproveitar a gastronomia chilena sem comprometer o orçamento.

Quanto investimos nos passeios

Os passeios representam uma parte importante da nossa viagem.

Como nosso objetivo sempre foi conhecer a neve, visitar uma vinícola e explorar outros lugares além de Santiago, preferimos reservar boa parte do orçamento para essas experiências.

No total, investimos R$ 2.742 nos passeios, já com pagamento parcelado antes da viagem.

Essa foi uma decisão que nos deixou mais tranquilos, porque chegaremos ao Chile com praticamente todo o roteiro organizado.

Seguro viagem e internet

Também incluímos no orçamento dois itens que consideramos essenciais:

  • seguro viagem;
  • Internet internacional (Cupom de desconto com a AIRALO GLAZIE2887)

São despesas que muitas pessoas deixam para depois, mas acreditamos que fazem toda a diferença para viajar com mais segurança e tranquilidade.

Quanto pretendemos gastar no total

Somando passagens, hospedagem, passeios, alimentação, seguro viagem, transporte e algumas compras, nossa estimativa é gastar aproximadamente R$ 6.000 por pessoa em uma viagem de sete dias.

É claro que esse valor pode variar bastante.

Quem viaja na baixa temporada, consegue promoções de passagens ou opta por menos passeios provavelmente gastará menos.

Da mesma forma, quem deseja conhecer restaurantes renomados ou fazer compras pode precisar de um orçamento maior.

Vale a pena viajar para o Chile?

Na nossa opinião, sim.

Mesmo sendo uma viagem internacional, percebemos que Santiago oferece um excelente custo-benefício quando comparado a outros destinos de inverno.

Além das paisagens incríveis, a cidade possui boa estrutura, transporte eficiente, muitas atrações gratuitas e passeios para todos os estilos de viajantes.

Com planejamento e organização, acreditamos que é possível fazer uma viagem inesquecível sem extrapolar o orçamento.

Dica da Família Almeida: Antes de definir quanto levar para o Chile, faça uma planilha com todos os gastos previstos. Separar os custos por categoria nos ajudou muito a entender onde poderíamos economizar e onde realmente valia a pena investir.

👉 Próximo tópico: Qual é a melhor época para viajar para o Chile? Vou explicar como é cada estação do ano, por que escolhemos viajar em julho e o que você precisa saber para alinhar suas expectativas, principalmente se o seu sonho também é ver neve.

Qual é a melhor época para viajar para o Chile?

Essa é uma das perguntas que mais aparecem quando começamos a pesquisar sobre o destino. A verdade é que não existe uma resposta única.

O Chile é um país que pode ser visitado durante o ano inteiro, e cada estação oferece experiências completamente diferentes. Por isso, antes de comprar a passagem, vale a pena pensar no que você espera da viagem.

Você sonha em brincar na neve? Prefere fazer trilhas? Quer conhecer vinícolas ou aproveitar dias ensolarados? A resposta para essas perguntas vai ajudar a definir a melhor época para viajar.

Por que escolhemos viajar em julho?

No nosso caso, a decisão foi muito fácil.

Desde o início, nosso maior sonho era conhecer a neve. Como nunca tivemos essa experiência, escolhemos viajar em julho, período de inverno e alta temporada no Chile.

Sabíamos que encontraríamos passagens mais caras, hospedagens mais disputadas e maior movimento nos pontos turísticos. Mesmo assim, acreditamos que essa era a melhor época para realizar esse sonho.

Afinal, para nós, não faria sentido conhecer o Chile pela primeira vez sem viver a experiência de ver a Cordilheira dos Andes coberta de neve.

Quando neva no Chile?

De maneira geral, a temporada de neve acontece entre os meses de junho e setembro.

No entanto, é importante entender que a natureza não segue um calendário.

Todos os anos a quantidade de neve pode variar conforme as condições climáticas. Em algumas temporadas, as estações de esqui abrem mais cedo. Em outras, a abertura pode atrasar por causa da pouca neve acumulada.

Inclusive, durante nosso planejamento vimos notícias de que algumas estações precisaram produzir neve artificial no início da temporada por causa das mudanças climáticas.

Por isso, pesquise sempre as condições da montanha antes de viajar.

Dá para ver neve em Santiago?

Essa é uma dúvida muito comum.

Embora muitas pessoas falem em “neve em Santiago”, ela é bastante rara na cidade.

O normal é que a neve fique nas regiões mais altas da Cordilheira dos Andes, onde estão os parques e centros de esqui.

Ou seja, se o seu sonho é brincar na neve, provavelmente será necessário fazer um bate-volta saindo de Santiago.

Essa informação é importante para alinhar as expectativas e evitar frustrações.

Como escolher a melhor época para a sua viagem

Cada estação oferece uma experiência diferente.

Se o seu objetivo é conhecer a neve, praticar esportes de inverno e visitar as montanhas, os meses entre junho e setembro costumam ser os mais indicados.

Por outro lado, quem prefere temperaturas mais agradáveis para caminhar pela cidade, visitar vinícolas e fazer passeios ao ar livre pode aproveitar muito mais durante a primavera ou o outono.

Já o verão costuma atrair quem deseja combinar Santiago com destinos do litoral chileno.

No fim das contas, não existe uma época perfeita para todo mundo. Existe a época que combina melhor com o seu estilo de viagem.

Nossa dica

Se você pretende viajar no inverno, acompanhe a previsão do tempo nas semanas que antecedem o embarque.

Além de ajudar a escolher as roupas certas, isso também permite ajustar as expectativas em relação à quantidade de neve nas montanhas.

Nós fizemos isso durante todo o planejamento e percebemos como as condições climáticas podem mudar rapidamente.

Dica da Família Almeida: Não escolha a data da viagem apenas porque viu fotos cheias de neve nas redes sociais. Pesquise como está a temporada daquele ano, acompanhe os boletins das estações de esqui e mantenha expectativas realistas. Assim, você aproveitará muito mais a experiência, independentemente das condições climáticas.

👉 Próximo tópico: Documentos para entrar no Chile. Vou explicar quais documentos os brasileiros precisam apresentar, se é possível viajar apenas com o RG, quando o passaporte é necessário e quais cuidados você deve ter para evitar problemas na imigração.

Documentos para entrar no Chile: o que brasileiros precisam levar?

Uma das melhores notícias para quem pretende conhecer o Chile é que os brasileiros não precisam de visto para turismo. Além disso, em muitos casos, nem mesmo o passaporte é obrigatório.

Mesmo assim, isso não significa que basta comprar a passagem e embarcar. Há alguns documentos obrigatórios e outros que, embora não sejam exigidos em todos os casos, podem facilitar bastante a entrada no país.

Para evitar imprevistos, nós montamos uma checklist antes mesmo de comprar as passagens.

Brasileiros podem entrar no Chile apenas com RG?

Sim, podem.

Os cidadãos brasileiros podem entrar no Chile apresentando o RG (Carteira de Identidade) ou a Carteira de Identidade Nacional (CIN), desde que o documento esteja em bom estado de conservação e permita identificar claramente o viajante.

O passaporte também é aceito, mas não é obrigatório para viagens de turismo.

Como já tínhamos passaporte, optamos por viajar com ele. Porém, se você ainda não possui esse documento, é possível viajar apenas com o RG válido.

Atenção aos documentos que não são aceitos

Esse foi um detalhe que me chamou bastante atenção durante as pesquisas.

Muitas pessoas acreditam que qualquer documento com foto serve para viajar, mas isso não é verdade.

Não são aceitos para entrar no Chile:

  • CNH (Carteira Nacional de Habilitação);
  • carteira profissional (OAB, CRM, CREA e outras);
  • certidão de nascimento;
  • documentos digitais sem validade para imigração.

Pode parecer uma informação simples, mas muita gente acaba descobrindo isso apenas na hora do embarque.

Imagine perder uma viagem internacional por causa do documento errado?

Por isso, vale a pena conferir tudo com calma antes de sair de casa.

Outros documentos importantes

Além do documento de identificação, também é recomendável ter em mãos:

  • comprovante da hospedagem;
  • passagem de retorno ao Brasil;
  • comprovantes financeiros, caso sejam solicitados pela imigração;
  • seguro viagem (embora não seja obrigatório, pode ser solicitado em algumas situações).

Nós organizamos todos esses documentos em uma pasta no celular e também levaremos cópias impressas dos principais comprovantes. Talvez nem seja necessário utilizá-los, mas preferimos viajar preparados.

Viajando com crianças

Quem viaja com menores de idade precisa ficar ainda mais atento.

Quando a criança não estiver acompanhada pelos dois responsáveis legais, poderá ser necessária uma autorização de viagem, conforme as regras brasileiras.

Por isso, se esse for o seu caso, consulte as orientações atualizadas antes da viagem para evitar qualquer problema no embarque.

Declaração SAG: não esqueça desse documento

Outro item importante é a Declaração Jurada do SAG (Serviço Agrícola e Pecuário do Chile).

Esse formulário é utilizado para informar se o viajante está transportando alimentos, produtos de origem animal, vegetal ou outros itens sujeitos à fiscalização sanitária.

O preenchimento é simples e faz parte do processo de entrada no país(pode ser feito online).

Vale lembrar que o Chile possui regras bastante rígidas em relação à entrada de alimentos, frutas, sementes e produtos agrícolas. Por isso, responda ao formulário com atenção e nunca tente entrar com produtos proibidos.

Nossa dica

Antes de viajar, faça uma checklist com todos os documentos necessários.

Pode parecer um cuidado exagerado, mas isso evita esquecer algum item importante na correria dos últimos dias.

Nós fizemos isso durante o planejamento e confesso que fiquei muito mais tranquila sabendo que estava tudo separado antes mesmo de arrumar as malas.

Dica da Família Almeida: Além dos documentos físicos, salve uma cópia em PDF no celular e outra na nuvem (Google Drive ou OneDrive). Se acontecer algum imprevisto durante a viagem, você terá acesso às informações de qualquer lugar.

👉 Próximo tópico: Quantos dias ficar no Chile? Vou contar por que escolhemos uma viagem de sete dias, quantos dias considero o mínimo para conhecer Santiago sem correria e como definir a duração ideal do seu roteiro.

Quantos dias ficar no Chile?

Essa foi outra dúvida que tivemos durante o planejamento.

Quando começamos a montar nosso roteiro, pensamos em fazer uma viagem mais curta para economizar. No entanto, quanto mais pesquisávamos sobre Santiago e seus arredores, mais percebíamos que havia muitos lugares interessantes para conhecer.

Foi aí que entendemos que ficar poucos dias poderia deixar a viagem muito corrida.

Por que escolhemos ficar sete dias?

Depois de analisar os passeios que queríamos fazer, concluímos que sete dias seriam suficientes para conhecer Santiago com mais tranquilidade.

Nosso objetivo nunca foi tentar visitar todos os pontos turísticos em uma única viagem. Preferimos montar um roteiro equilibrado, com tempo para aproveitar cada passeio sem aquela sensação de estar sempre correndo contra o relógio.

Além disso, alguns passeios ocupam praticamente o dia inteiro, como as visitas à Cordilheira dos Andes, às vinícolas e ao litoral. Por isso, é importante considerar esses deslocamentos na hora de planejar a quantidade de dias.

Dá para conhecer Santiago em menos tempo?

Sim, dá.

Se você tem poucos dias disponíveis, é possível conhecer os principais pontos turísticos da cidade em um roteiro de quatro ou cinco dias.

Nesse período, muitas pessoas conseguem visitar atrações como:

  • Plaza de Armas;
  • Cerro San Cristóbal;
  • Sky Costanera;
  • Costanera Center;
  • Mercado Central;
  • alguns museus;
  • um passeio até a neve.

No entanto, será necessário abrir mão de algumas experiências ou deixar o roteiro mais corrido.

Quando vale a pena ficar mais dias?

Se o seu objetivo é conhecer Santiago com calma e ainda explorar outros destinos próximos, vale a pena reservar mais tempo.

Além da capital chilena, existem passeios muito procurados para lugares como:

  • Valparaíso;
  • Viña del Mar;
  • Isla Negra;
  • Cajón del Maipo;
  • Portillo;
  • Laguna del Inca;
  • vinícolas da região.

Como muitos desses passeios ocupam um dia inteiro, ficar entre sete e dez dias permite aproveitar a viagem com muito mais tranquilidade.

Nossa forma de montar o roteiro

Durante o planejamento, tomamos uma decisão que nos ajudou bastante: evitar lotar todos os dias com passeios.

Sabemos que viajar também é descansar.

Por isso, deixamos alguns períodos livres para caminhar sem pressa, conhecer cafeterias, fazer compras, experimentar restaurantes e simplesmente aproveitar a cidade.

Na nossa opinião, esses momentos também fazem parte da experiência e acabam rendendo lembranças tão especiais quanto os passeios mais famosos.

Vale a pena deixar um dia livre?

Na nossa opinião, sim.

Imprevistos podem acontecer durante qualquer viagem.

Mudanças no clima, cansaço, atrasos ou até mesmo a vontade de voltar a algum lugar podem alterar completamente o planejamento.

Ter um dia mais flexível ajuda a adaptar o roteiro sem comprometer toda a programação.

Além disso, essa folga permite conhecer lugares que você descobrir durante a viagem e que nem estavam nos planos iniciais.

Nossa dica

Se for sua primeira viagem ao Chile, tente não montar um roteiro apertado demais.

É muito comum querer conhecer tudo de uma vez, mas isso pode transformar as férias em uma corrida contra o tempo.

Nós preferimos conhecer menos lugares e aproveitar melhor cada experiência. Afinal, viajar não é apenas tirar fotos dos pontos turísticos, mas viver cada momento com calma.

Dica da Família Almeida: Monte seu roteiro considerando também o tempo de deslocamento, as condições climáticas e possíveis mudanças nos passeios. Um planejamento mais flexível costuma deixar a viagem muito mais leve e agradável.

Conclusão: planejar fez toda a diferença

Organizar nossa primeira viagem internacional deu trabalho, mas também fez parte da diversão.

Foram meses pesquisando passagens, hospedagem, documentos, passeios, transporte, roupas de inverno e tudo o que poderia tornar essa experiência mais tranquila.

Se você chegou até aqui, espero que este guia tenha ajudado a esclarecer as principais dúvidas sobre como planejar uma viagem para o Chile.

Depois que voltarmos, vou atualizar este artigo contando como foi a experiência na prática, o que realmente valeu a pena, o que faríamos diferente e quanto gastamos de verdade durante a viagem.

Conclusão

Planejar nossa primeira viagem para o Chile foi muito mais do que comprar passagens e reservar um lugar para ficar. Foram meses pesquisando, comparando preços, assistindo a vídeos, lendo relatos e tentando tomar as melhores decisões para que essa experiência fosse tranquila e inesquecível para nossa família.

Ao longo deste guia, compartilhei exatamente como estamos organizando cada etapa da viagem, desde a escolha do destino até os passeios, hospedagem, transporte, roupas de inverno, documentação e orçamento. Espero que todas essas informações também ajudem você a planejar sua viagem com mais segurança e economia.

Uma dica que aprendi durante todo esse processo é que não existe uma viagem perfeita, mas existe uma viagem bem planejada. Pesquisar com antecedência, comparar opções e montar um roteiro de acordo com o seu perfil faz toda a diferença.

Se este guia ajudou você, continue acompanhando o Família Almeida na Estrada. Aqui compartilhamos nossas viagens de forma transparente, mostrando não apenas os lugares bonitos, mas também os desafios, os custos reais e tudo o que aprendemos pelo caminho.

Perguntas frequentes (FAQ)

Brasileiros precisam de passaporte para entrar no Chile?

Não. Brasileiros podem viajar para o Chile utilizando um RG em bom estado de conservação ou um passaporte válido.

Qual é a melhor época para viajar para o Chile?

Depende do seu objetivo. Para quem deseja conhecer a neve, os meses de junho a setembro são os mais indicados. Já primavera e outono costumam oferecer temperaturas mais agradáveis para passeios pela cidade.

Quantos dias são ideais para conhecer Santiago?

Na nossa opinião, sete dias permitem conhecer Santiago com calma e ainda fazer alguns bate-voltas para a neve, vinícolas e cidades próximas.

Vale a pena contratar seguro viagem para o Chile?

Sim. Embora não seja obrigatório, o seguro viagem oferece mais tranquilidade em caso de problemas médicos, extravio de bagagem, cancelamentos e outros imprevistos.

É melhor comprar ou alugar roupa de neve?

Se você pretende viajar para destinos com neve apenas uma vez, normalmente o aluguel é a opção mais econômica. Já quem viaja com frequência pode considerar investir na compra das peças.

Quanto custa uma viagem para o Chile?

O valor varia conforme a época da viagem, o estilo do roteiro e as escolhas de cada viajante. No nosso planejamento, estimamos um custo aproximado de R$ 6.000 por pessoa, incluindo passagens, hospedagem, passeios, alimentação, transporte e seguro viagem.

Santiago é um destino seguro para turistas?

De modo geral, sim. No entanto, como em qualquer grande cidade, é importante manter atenção aos pertences, evitar ostentar objetos de valor e tomar alguns cuidados, principalmente em locais com grande circulação de pessoas.

Gostou deste guia? Então salve este artigo nos favoritos e compartilhe com quem também está planejando uma viagem para o Chile. Assim, você terá todas essas dicas sempre à mão durante o planejamento e ajudará outras pessoas a realizarem esse sonho com mais segurança e economia.

 

     

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