Planejando nossa viagem para o Chile

Há dois meses, resolvemos fazer nossa primeira viagem internacional (se contarmos quando fomos para Foz do Iguaçu e conhecemos a Argentina e o Paraguai, seria a segunda).

Como começar?

A primeira coisa a pesquisar seria um destino próximo, que não precisasse de visto e passaporte. Na pesquisa, apareciam sempre Argentina e Chile. Como nossa programação é viajar em julho, e nosso objetivo é ver neve e passear, ficamos divididos entre Ushuaia e Santiago. Em nossa cotação, Santiago seria um destino mais barato.

Para entender melhor sobre a cidade e os passeios, assisti a diversos vídeos no TikTok (consumi durante idas e vindas, foi meu hiperfoco). Assim, tive várias dicas e noções de passagens, onde se hospedar, passeios, agências e meios de locomoção.

Através de pesquisas nas plataformas Kayak e Skyscanner, fiz uma varredura durante dois dias (sou muito ansiosa e não aguentei esperar mais). Vi relatos de que, se deixar para a última semana, é possível conseguir um valor melhor, mas como não gosto de pagar para ver e queria tudo planejado, já fechei.

Empresa aérea

Entre a Latam e empresas low cost como a Sky Airline, esta estava relativamente mais barata, com voo direto e mala despachada. Pesquisei bastante entre a Latam e ela, e vi que sairia cerca de mil reais mais barato, já com mala despachada incluída. Tentei comprar a passagem direto pelo site e confesso que achei um pouco confuso, por isso resolvi comprar pela Decolar.

Comprei com mala despachada e assentos escolhidos. Segundo minha pesquisa no TikTok, blogs e YouTube, e pelo próprio Booking, as acomodações para julho, alta temporada, em hotéis estavam fora do nosso orçamento. Como sou professora, não consigo viajar em baixa temporada e também dependo das férias escolares do meu filho, então isso já estava fora de cogitação em outro período.

Hospedagem

Fui então iniciar as pesquisas no Airbnb e achei um apartamento top no centro de Santiago por 1800 reais para 8 noites, fiquei bem feliz. Depois de continuar minhas buscas, vi vários agentes de viagens dizendo que era um tanto quanto perigoso ficar na região central, principalmente à noite. Como viajaria com meu filho e sou muito medrosa — quase apavorada com vida de cidade grande (sou do interior de SP, onde assalto e furto são raros) — resolvi cancelar minha hospedagem e buscar nos bairros mais indicados por viajantes, que seriam Providencia e Las Condes.

Achei um apartamento em Providencia por 3.200 (fugiu um pouco do orçamento), mas a paz de espírito em saber que possivelmente poderíamos andar a pé com segurança me deixou mais aliviada. Apartamento com dois quartos, dois banheiros, cozinha, sala, bem localizado e próximo a vários mercados.

Agora, resolvido passagem e acomodação, vamos para os passeios!


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