
Uma dúvida que algumas pessoas têm é em relação a contratação do Seguro viagem. No Chile, o seguro viagem não é obrigatório, mas, como toda viagem internacional, é altamente recomendado.
Primeiro porque os valores de hospitais, consultas e exames podem ser altíssimos. Dependendo da situação, um atendimento pode custar várias vezes mais do que no Brasil. Então, por que arriscar?
Por isso, sempre é melhor ter e não precisar do que precisar e não ter. Em um momento de aperto, em um país diferente, você pode acabar tendo que pagar qualquer valor para receber atendimento. E quando o assunto é saúde, a gente dá um jeito de pagar, mesmo quando o valor pesa no bolso.
Agora, se você viaja com criança, o seguro viagem quase se torna obrigatório. Criança é uma verdadeira caixinha de surpresas: uma hora está bem, na outra aparece uma dor de garganta, uma dor de barriga ou uma virose.
Já aconteceu várias vezes de viajarmos com o Lucas e ele precisar de médico ou até de antibiótico. Felizmente, conseguimos atendimento relativamente rápido pelo SUS. Agora imagina estar em outro país e ter que desembolsar uma nota para ser atendido?
Por aqui, o seguro viagem entra na lista das primeiras necessidades da viagem.
Passo a Passo
Depois de decidir que iríamos contratar um seguro para o Chile, comecei a pesquisar qual empresa atenderia melhor o que precisávamos. E aí começou a loucura! Eram milhares de indicações, valores diferentes e vários tipos de planos.
Para facilitar, separei tudo o que considerava essencial em um plano ideal para a nossa família:
- Cobertura no Chile;
- Cobertura para esportes de neve (mesmo sem intenção de esquiar);
- Atendimento sem sistema de reembolso (porque, novamente, imagina ter que pagar uma fortuna no hospital e depois esperar a empresa devolver o dinheiro);
- Atendimento em português 24 horas, por telefone ou WhatsApp;
- Teleatendimento, se necessário;
- Cobertura para extravio de bagagem e cancelamento de viagem;
- Cobertura para atraso de voo e de bagagem;
- E mais de 80 mil dólares de cobertura médica.
Pesquisando, vi que uma cobertura alta é importante por precaução, já que exames e consultas em outros países podem ser bem caros.
Qual seguradora escolher?
Com os critérios definidos, fui pesquisar novamente. Quando viajamos para Gramado, que foi nossa primeira viagem de avião, fechei o seguro que a própria Decolar ofereceu no pacote. Acabei pagando mais caro e com uma cobertura que nem era tão boa. Por isso, desta vez, quis fazer diferente.
Durante minhas pesquisas, descobri empresas que fazem comparativos de preços e planos. Confesso que o seguro viagem foi um dos itens que mais demoraram para eu decidir. Quis pesquisar com calma para pagar um preço justo e escolher algo que realmente atendesse nossa família.
Pela Assistente de Viagem, encontrei boas indicações. No site, deixei meu e-mail e WhatsApp, mas ainda queria entender melhor as opções e não fechei na hora.
Posteriormente, uma consultora entrou em contato pelo WhatsApp, explicou os valores, as coberturas, o que cada plano oferecia e os diferenciais de cada um.
No final, escolhemos a Travel Assist. O seguro para nós três, durante 9 dias, ficou em R$ 180. Achei um valor muito justo pela cobertura que precisávamos. Claro que existem planos mais completos, inclusive com acesso a salas VIP em aeroportos, mas para este momento foi exatamente o que procurávamos.
E para você, vale a pena contratar seguro viagem para o Chile?
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